top of page

A paraoxonase-1, ou PON-1, é uma arilesterase que hidrolisa uma variedade de compostos organofosforados, incluindo metabolitos tóxicos de pesticidas.

TOXICOCINÉTICA

VX NO CORPO

O VX é rapidamente absorvido pela pele e sistema respiratório.

O início do aparecimento de sinais e sintomas, depois da exposição a este agente, varia dependendo da via, duração e quantidade de exposição. [1]

 

Quando entra na circulação, o VX é distribuído por todo o corpo, incluindo o sistema nervoso central, já que facilmente atravessa a barreira hematoencefálica.

 

Sabe-se que é metabolizado a uma taxa muito mais lenta do que os agentes nervosos da série G, através de diferentes vias, incluindo hidrolases de organofosfatos, como a paraoxonase-1, e reações de oxidação.

 

Foram descobertos mais de 25 produtos da degradação do VX em mamíferos, com diferentes níveis de toxicidade. Destes metabolitos apenas o S-diisopropilaminoetilo metil fosfonotionato (EA 2192) tem atividade contra as colinesterases sendo muito menos tóxico do que o VX.

 

O metabolito mais comum é o EMPA (ácido etil metilfosfónico) [2] obtido por hidrólise. Este é usado na confirmação do envenenamento por VX. Este degrada-se em 2-diisopropilaminoetil metil sulfeto (DAEMS), também este detetado por espetrometria de massa. [3]

METABOLITOS

Via metabólica do VX em DAEMS

S-adenosil

metionina

[1]van der Schans, Marcel J., et al. "Toxicokinetics of the nerve agent (±)-VX in anesthetized and atropinized hairless guinea pigs and marmosets after intravenous and percutaneous administration." Toxicology and applied pharmacology 191.1 (2003): 48-62.

[2]Jokanović, Milan. "Current understanding of the mechanisms involved in metabolic detoxification of warfare nerve agents." Toxicology letters 188.1 (2009): 1-10.

[3]Tsuchihashi, H., et al. "Determination of metabolites of nerve agent O-ethyl-S-2-diisopropylaminoethyl methylphosphonothioate (VX)." 2000. 369-386.

bottom of page