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DIAGNÓSTICO

DIAGNÓSTICO CLÍNICO

O diagnóstico passa pelo reconhecimento dos sintomas associados à intoxicação, abordados no separador - SINTOMAS.

 

É também importante perceber o intervalo de tempo entre a exposição inicial e o aparecimento dos sintomas.

 

Um paciente que exiba os sintomas descritos não foi necessariamente exposto a VX e uma amostra de urina ou de sangue é crucial para o diagnóstico diferencial de outros agentes nervosos ou mesmo de sobre-exposição a alguns inseticidas.

 

 

 

A medição da atividade da acetilcolinesterase a nível do plasma e eritrócitos pode indicar uma exposição a um agente nervoso. No entanto, embora este seja o método mais comum, existem alguns inconvenientes neste procedimento associados à sua baixa especificidade por contribuição de outros agentes que também podem inibir a acetilcolinesterase.  Em primeiro lugar, não identifica o agente exato que foi responsável pela intoxicação e, quando o agente se encontra numa proporção abaixo dos 20% a sua deteção não é possível. Para além disso, não pode ser utilizada como medida retrospetiva devido a nova síntese da enzima. [1]

 

Para além deste método, o agente nervoso pode ser identificado por determinação dos produtos de hidrólise no plasma e urina, e ainda por recolha de amostras ambientais no local onde ocorreu a sua exposição. [2]

O kit Acetylcholinesterase Fluorescent Activity é um ensaio para a quantificação e deteção da atividade da acetilcolinesterase no soro, plasma eritrócitos.

[1]Worek, Franz, et al. "Diagnostic aspects of organophosphate poisoning." Toxicology 214.3 (2005): 182-189.

[2]Bajgar, Jirí. "Organophosphates Nerve Agent Poisoning: Mechanism of Action, Diagnosis, Prophylaxis, And Treatment." Advances in clinical chemistry 38 (2004): 151-216.

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